Turquia critica Netanyahu, chamando-o de “Hitler do nosso tempo”

Governo Erdoğan acusa premiê de Israel de sabotar negociações de paz no Oriente Médio; confira no Poder360.

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Erdogan, presidente

Erdogan, presidente

Conflito entre Turquia e Israel: Troca de Ofensas e Acusações

O Ministério das Relações Exteriores da Turquia denunciou, neste domingo (12 de abril de 2026), que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, está sabotando as negociações de paz no Oriente Médio. Em uma declaração oficial, o governo turco, liderado por Recep Tayyip Erdoğan, chamou Netanyahu de “Hitler do nosso tempo”.

Acusações de Crimes e Políticas Expansionistas

A nota do governo turco afirma que Netanyahu busca desestabilizar as conversações de paz e continuar suas políticas expansionistas. O documento sugere que, caso Netanyahu não obtenha sucesso, ele poderá enfrentar um julgamento em Israel, com risco de condenação à prisão.

Troca de Ofensas Públicas

Durante o fim de semana, Netanyahu e Erdoğan trocaram ofensas publicamente. Netanyahu criticou o governo turco, alegando que Erdoğan não se preocupa em combater o terrorismo na região. Ele afirmou que Israel, sob sua liderança, continuará a lutar contra o regime iraniano e seus aliados, enquanto Erdoğan estaria ajudando esses grupos e oprimindo cidadãos curdos.

Resposta Turca e Acusações de Crimes de Guerra

O governo turco respondeu às críticas de Netanyahu, classificando suas alegações como “infundadas e falsas”. A nota turca também lembrou que Netanyahu enfrenta acusações de crimes de guerra e crimes contra a humanidade no Tribunal Penal Internacional, além de processos por genocídio na Corte Internacional de Justiça.

Contexto das Negociações de Paz

A disputa entre Netanyahu e Erdoğan se intensificou após Israel anunciar que não incluiria o Líbano em um acordo de cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos e Irã. A proposta de trégua, que se limita ao eixo entre Israel, Estados Unidos e Irã, não abrange o Líbano, contrariando declarações do primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que indicou que o acordo incluiria todas as áreas, incluindo o Líbano.

Fonte por: Poder 360

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