Van Hattem critica comandante do Exército, chamando-o de “frouxo” em debate

Conflito entre Deputado e Comando do Exército
O deputado federal Marcel van Hattem, do partido Novo do Rio Grande do Sul, criticou o comandante do Exército, general Tomás Ribeiro Paiva, chamando-o de “frouxo”. Essa declaração ocorreu em um contexto de tensão entre a ala conservadora do Congresso e o Comando do Exército, durante uma discussão com o general Emílio Vanderlei Ribeiro, chefe da assessoria parlamentar do Exército, no dia 29 de abril de 2026.
Oposição, representada por figuras como Cabo Gilberto Silva, tem denunciado o que consideram uma “perseguição a militares conservadores”. Eles acreditam que há uma colaboração entre a liderança do Exército e o Supremo Tribunal Federal para silenciar oficiais que discordam da atual administração.
Reações e Consequências do Incidente
Van Hattem afirmou ao general Emílio que o comandante Tomás Paiva “segue ordens de Alexandre de Moraes”, refletindo a insatisfação do grupo conservador. O episódio gerou um pedido de afastamento do general Emílio, conforme nota divulgada pelo líder da Oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva.
A discussão ocorreu durante uma reunião da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, e um vídeo do momento foi compartilhado nas redes sociais. O general Emílio defendeu Tomás Paiva, afirmando que ele “não é frouxo” e que estaria disposto a ir “pra guerra” ao lado dele. Em resposta, van Hattem reafirmou sua crítica, insistindo que “o comandante é frouxo”.
Posicionamento da Oposição
O líder da Oposição na Câmara classificou o incidente como gravíssimo e incompatível com o Estado de Direito. Ele ressaltou que é inaceitável que um membro das Forças Armadas tente constranger ou cercear a atuação de um parlamentar em exercício de seu mandato.
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Em sua manifestação, o líder exigiu o afastamento imediato do general Emílio Vanderlei Ribeiro até que a situação seja completamente apurada, enfatizando que o Parlamento deve ser um espaço de livre manifestação e debate, sem tolerância para intimidações contra representantes eleitos pelo povo.
Fonte por: Poder 360
Autor(a):
Redação
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