Vídeo de IA reconstitui escola que sofreu ataque atribuído aos EUA

Irã afirma que ataque militar dos EUA resultou na morte de 168 pessoas, incluindo crianças; Pentágono investiga.

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Na imagem gerada por IA, uma mochila sobre os escombros ilustra os efeitos do ataque

Na imagem gerada por IA, uma mochila sobre os escombros ilustra os efeitos do ataque

Vídeo de IA mostra ataque a escola no Irã

Um vídeo, aparentemente gerado por inteligência artificial, foi divulgado em perfis iranianos no domingo, 8 de março de 2026. O material mostra uma criança se dirigindo a uma escola primária, que segundo as publicações, teria sido alvo de um ataque atribuído aos Estados Unidos na cidade de Minab, no sul do Irã.

As autoridades locais e veículos de mídia do Irã informaram que o ataque resultou na morte de pelo menos 168 pessoas, incluindo crianças.

Imagens do ataque e suas consequências

O vídeo retrata uma criança se preparando para um dia de aula enquanto soldados norte-americanos estão envolvidos na preparação de um míssil em um caça prestes a decolar. As cenas mostram o momento em que o piloto dispara o armamento, enquanto a menina brinca em um balanço.

Além disso, um vídeo divulgado pela agência iraniana Mehr reforçou as alegações de que um míssil dos Estados Unidos atingiu a escola Shajarah Tayyebeh em 28 de fevereiro. As imagens foram analisadas pelo jornal The New York Times, que as comparou com registros de satélite e outros vídeos disponíveis nas redes sociais.

Verificação das imagens

As imagens de satélite obtidas dias após o ataque mostram o edifício escolar severamente danificado. A base militar atingida no mesmo ataque é operada pela Guarda Revolucionária Islâmica. O míssil identificado no vídeo é do tipo Tomahawk, utilizado pela Marinha dos Estados Unidos, que não é operado nem por Israel nem pelo Irã.

Reações internacionais

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou que as forças americanas tenham bombardeado a escola, afirmando que, em sua opinião, o ataque foi realizado pelo Irã, que ele considera impreciso em suas munições. O secretário de Guerra, Pete Hegseth, mencionou que o Pentágono está investigando o caso, mas reiterou que “o único lado que mira civis é o Irã”.

Demandas de responsabilização

No Irã, jornais destacaram fotos das vítimas em suas capas e exigiram responsabilidade do governo dos Estados Unidos. Um dos periódicos publicou uma mensagem direta ao presidente Trump, pedindo que ele “olhe nos olhos” das vítimas.

Fonte por: Poder 360

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