Walz afirma que Estado liderará investigação sobre morte causada por agentes

Governador de Minnesota afirma que “não se pode confiar no governo federal” para investigar caso. Confira no Poder360.

24/01/2026 23:30

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Governador Tim Walz em pronunciamento oficial

Governador de Minnesota Rejeita Investigação Federal em Caso de Tiroteio

O governador de Minnesota, Tim Walz, do Partido Democrata, decidiu não permitir a participação de autoridades federais na investigação da morte de um cidadão americano, que foi baleado por agentes do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos). O incidente ocorreu em Minneapolis no último sábado, 24 de janeiro de 2026.

Em seu pronunciamento, Walz enfatizou que a investigação será conduzida pelas autoridades estaduais, afirmando que “não se pode confiar no governo federal para liderar esta investigação”. Ele assegurou que o Estado assumirá a responsabilidade pelo caso.

Detalhes do Incidente

O tiroteio, que aconteceu às 9h (horário local), resultou na morte de um homem de 37 anos, residente em Minneapolis. Segundo informações do Departamento de Segurança Interna e da polícia local, a vítima estava armada com uma pistola semiautomática calibre 9 mm e teria resistido à abordagem dos agentes de imigração.

Walz criticou as operações federais de imigração no Estado, alegando que elas têm gerado desordem e episódios de violência. O comissário do Departamento de Segurança Pública de Minnesota, Bob Jacobson, informou que a Guarda Nacional está mobilizada no Estado há uma semana, pronta para apoiar as forças locais, se necessário.

Repercussões e Comentários

O governo estadual planeja solicitar ressarcimento ao governo federal pelos custos relacionados à mobilização da Guarda Nacional, argumentando que essas despesas são consequência das ações federais no Estado. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou o caso em sua rede social, acusando as autoridades de Minnesota de promover “insurreição” e defendendo que os agentes federais devem “fazer seu trabalho”. Ele destacou que a operação no Estado resultou na prisão de 12.000 imigrantes ilegais, que ele descreveu como “criminosos” e “violentos”.

Fonte por: Poder 360

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