Xi Jinping solicita a Lula que “fortaleça a ONU” e sugere rejeição a Trump

Líder chinês contata petista e afirma que países devem “escolher o lado certo da história” na madrugada de sexta-feira.

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Lula e Xi Jinping

Lula e Xi Jinping

Conversa entre Lula e Xi Jinping sobre Relações Brasil-China

Na madrugada de 22 para 23 de janeiro de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve uma conversa telefônica com o presidente da China, Xi Jinping. Durante a ligação, Xi sugeriu que Brasil e China rejeitem o convite para integrar o Conselho da Paz proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

De acordo com a agência estatal chinesa Xinhua, Xi Jinping destacou que a “conjuntura internacional é turbulenta e instável” e enfatizou a importância de ambos os países escolherem “o lado certo da história”, defendendo a ONU e promovendo a “equidade e justiça internacionais”.

Fortalecimento das Relações Bilaterais

Lula expressou a disposição do Brasil em colaborar com a China para fortalecer a ONU e aprofundar as relações bilaterais, especialmente na América do Sul. A conversa também abordou a elevação das relações entre os dois países para uma comunidade com um futuro compartilhado, com foco em um mundo mais justo e sustentável.

O presidente chinês ressaltou que, como membros importantes do Sul Global, Brasil e China devem atuar como forças construtivas na manutenção da paz e da estabilidade mundial, além de defender a posição central da ONU.

Criação do Conselho da Paz por Donald Trump

Donald Trump anunciou a criação do Conselho da Paz em 15 de janeiro de 2026, como parte de um plano para resolver conflitos na Faixa de Gaza. O ex-presidente indicou que o conselho não será uma entidade temporária e poderá assumir funções atualmente exercidas pela ONU.

Vários líderes mundiais, incluindo os de China e Brasil, foram convidados a participar do novo órgão, que terá Trump como presidente vitalício e com poder de veto. O Conselho da Paz foi oficialmente apresentado durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, em 22 de janeiro.

Fonte por: Poder 360

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