Defesa de Deolane afirma ‘absoluta inocência’ em relação a PCC

Defesa de Deolane Bezerra Declara Inocência em Caso de Lavagem de Dinheiro
A influenciadora e advogada Deolane Bezerra afirmou sua absoluta inocência em relação ao envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro, que resultou em sua prisão durante a Operação Vénix. Em comunicado, seus advogados consideraram as ações da Justiça desproporcionais.
A irmã de Deolane, Daniele Bezerra, também se manifestou nas redes sociais, reafirmando a inocência da influenciadora e questionando os valores investigados. Segundo ela, não faz sentido a acusação de lavagem de R$ 24.500 e negou que Deolane possua 35 empresas, como foi divulgado.
A defesa de Deolane se comprometeu a esclarecer os fatos em momento oportuno e a colaborar com a Justiça para provar sua inocência, ressaltando que suas atividades estavam dentro da legalidade, na condição de advogada.
Daniele Bezerra declarou estar totalmente dedicada à defesa da irmã e se mostrou disposta a ir a emissoras de TV para prestar esclarecimentos, caso Deolane não seja liberada.
Prisão de Deolane Bezerra
Deolane Bezerra foi presa na manhã de quinta-feira (21) durante a Operação Vénix, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). De acordo com os investigadores, Deolane teria atuado como “caixa” da facção, recebendo valores por meio de uma empresa de transportes associada ao grupo criminoso.
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Após uma audiência de custódia, sua prisão foi convertida em preventiva devido a irregularidades no cumprimento do mandado. Na madrugada de sexta-feira (22), Deolane foi transferida do Complexo Prisional de Santana para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, onde ficará em uma sala preparada especialmente para ela.
Detalhes da Operação Vénix
A Operação Vénix também teve outros alvos, incluindo:
- Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola, líder do PCC;
- Alejandro Camacho, irmão de Marcola;
- Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha do líder da facção;
- Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, sobrinho de Marcola;
- Everton de Souza, suposto operador financeiro da organização criminosa.
Marcola e Alejandro já estão detidos na Penitenciária Federal de Brasília. A Justiça emitiu seis mandados de prisão preventiva e ordens de busca e apreensão, bloqueando mais de R$ 327 milhões em bens e valores, além de sequestrar 17 veículos, incluindo carros de luxo avaliados em mais de R$ 8 milhões, e quatro imóveis relacionados aos investigados.
Fonte por: Jovem Pan
Autor(a):
Redação
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