Estudo revela 11 erros que aumentam o risco de infecção alimentar

Pesquisa da USP com 5.000 brasileiros revela falhas na compra, armazenamento e preparo de alimentos. Confira no Poder360.

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Levantamento indica que hábitos comuns na cozinha favorecem contaminação e multiplicação de microrganismos

Levantamento indica que hábitos comuns na cozinha favorecem contaminação e multiplicação de microrganismos

Estudo da USP Revela Hábitos que Aumentam Risco de Doenças Alimentares

Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) e publicada na revista científica Food and Humanity identificou 11 hábitos comuns que elevam o risco de doenças transmitidas por alimentos (DTAs). O estudo ouviu 5.000 pessoas em todo o Brasil, analisando práticas relacionadas à compra, armazenamento e preparo de alimentos.

Os pesquisadores avaliaram comportamentos em três etapas: durante as compras, no armazenamento em casa e no preparo dos alimentos. Segundo os autores, práticas que parecem inofensivas podem contribuir para a contaminação e a multiplicação de microrganismos. As DTAs afetam cerca de 600 milhões de pessoas anualmente no mundo, conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Principais Hábitos que Elevam o Risco de DTAs

As DTAs podem causar gastroenterite, com sintomas como vômito, diarreia, dor abdominal e febre. Em casos graves, podem levar à desidratação, especialmente em crianças e idosos. Os autores do estudo destacam que medidas simples de higiene, armazenamento adequado e controle de temperatura podem reduzir significativamente o risco de contaminação. Confira os 11 erros mais comuns e como evitá-los:

Conclusão

Embora o cozimento elimine a maioria dos microrganismos, esporos bacterianos podem resistir. Portanto, recomenda-se armazenar a comida em até 2 horas após o preparo para garantir a segurança alimentar.

Fonte por: Poder 360

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