Irã fecha aeroportos em Teerã durante intensificação de ataques a Israel

Fechamento de Aeroportos em Teerã
Os aeroportos Imam Khomeini e Mehrabad, localizados em Teerã, foram fechados em decorrência do aumento das tensões com Israel, conforme relatado pela mídia estatal iraniana nesta segunda-feira (8). Esses aeroportos são fundamentais para o transporte, operando tanto voos domésticos quanto internacionais.
Além disso, a agência de notícias Fars informou que todos os aeroportos na região oeste do Irã também estão fechados por tempo indeterminado, de acordo com o Departamento de Relações Públicas da Organização de Aviação Civil do Irã. Na cidade de Mashhad, a segunda maior do país, todos os voos foram cancelados no Aeroporto Internacional Shahid Hashemi Nejad.
Retomada de Ataques Aéreos
Israel anunciou que atacou uma planta petroquímica no sudoeste do Irã, além de realizar outros bombardeios em alvos militares. Essa ofensiva marca a primeira ação contra uma instalação de energia iraniana desde o cessar-fogo de 8 de abril. As forças israelenses afirmam ter atingido o complexo petroquímico de Mahshahr, causando danos significativos.
Os Houthis, grupo alinhado ao Irã no Iêmen, prometeram interromper a navegação israelense no Mar Vermelho e reivindicaram a responsabilidade pelo primeiro ataque com mísseis contra Israel desde o cessar-fogo, levando Israel a ativar seus sistemas de defesa aérea. Eles declararam que consideram todos os movimentos inimigos como alvos legítimos.
Pressão de Donald Trump
Em um contexto de crescente conflito, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a Israel que evitasse novos ataques, argumentando que isso não afetaria as negociações de paz com o Irã. Trump afirmou que Netanyahu não tem controle total sobre as decisões, enfatizando que ele é quem toma as decisões finais.
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Apesar das pressões, Israel lançou ataques na região de Beirute, e o Irã retaliou com mísseis direcionados a alvos israelenses. Trump, no entanto, manteve a esperança de que um acordo para encerrar a guerra ainda seja possível, afirmando que os recentes eventos não impactariam as negociações.
Fonte por: CNN Brasil
Autor(a):
Redação
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