Irã realiza ataques a alvos dos EUA em três países do Golfo

Irã realiza ataques a alvos dos EUA em três nações do Golfo

09/07/2026 08:40

2 min

arifjan
arifjan

Irã Ataca Bases dos EUA no Golfo em Resposta a Bombardeios

Na quinta-feira, 9 de julho de 2026, o Irã anunciou ter atacado bases e instalações militares dos Estados Unidos localizadas no Bahrein, Qatar e Kuwait. Essa ação é uma retaliação aos recentes bombardeios norte-americanos contra alvos iranianos, intensificando a crise na região do Golfo e aumentando a pressão sobre os países que abrigam forças militares dos EUA.

A Guarda Revolucionária do Irã informou que atingiu “infraestruturas-chave” em bases no Kuwait e no Bahrein. Os alvos incluíram as bases de Arifjan e Ali Al Salem, no Kuwait, e Juffair e Sheikh Isa, no Bahrein. Além disso, o Irã mirou um sistema Patriot no Kuwait, uma antena de satélite no Qatar e depósitos de combustível utilizados por militares norte-americanos no Bahrein.

Consequências dos Ataques e Reações Regionais

O governo iraniano justificou os ataques alegando que os países do Golfo foram alvos por terem permitido o uso de seu espaço aéreo e bases para operações contra o Irã. Autoridades do país afirmaram que os ataques podem se expandir para outras bases norte-americanas na região, caso os bombardeios dos EUA continuem.

Explosões foram relatadas em Manama, a capital do Bahrein, enquanto o Kuwait interceptou mísseis e drones. O Qatar também emitiu um alerta de segurança em resposta à escalada dos conflitos.

Esses ataques ocorreram após o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) anunciar bombardeios contra aproximadamente 90 alvos militares iranianos, com o objetivo de reduzir a capacidade do Irã de ameaçar navios comerciais e civis no Estreito de Hormuz.

Leia também

Impacto na Navegação e Situação Atual

O Ministério da Saúde do Irã reportou que 14 pessoas morreram e 78 ficaram feridas devido aos ataques norte-americanos nos últimos dois dias, com danos significativos em infraestruturas portuárias, ferroviárias e de transporte.

A escalada do conflito também afeta a navegação no Estreito de Hormuz, uma rota vital para o comércio de petróleo e gás. De acordo com Phil Belcher, diretor marítimo da Intertanko, o número de navios na rota sul do estreito caiu drasticamente, passando para “um dígito” durante a noite, enquanto o fluxo normal antes da guerra era de cerca de 130 embarcações por dia.

Fonte por: Poder 360

Autor(a):

Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!