Janaína Paschoal defende Tereza Cristina como substituta de Ciro no PP

Paschoal defende que a saída de Ciro Nogueira protegeria a sigla e menciona presunção de inocência; senador é investigado pela PF.

08/05/2026 11:40

2 min

Janaína Paschoal defende Tereza Cristina como substituta de Ciro no PP
(Imagem de reprodução da internet).

Janaína Paschoal propõe Tereza Cristina na presidência do Progressistas

A vereadora de São Paulo, Janaína Paschoal (PP), sugeriu que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) assuma a presidência do Progressistas até que as investigações envolvendo Ciro Nogueira (PP-PI) sejam esclarecidas. Paschoal destacou que a saída de Nogueira não deve ser vista como uma admissão de culpa, mas sim como um respeito às apurações em andamento.

Defesa de Tereza Cristina

Em suas declarações, Janaína Paschoal enfatizou a experiência e a liderança de Tereza Cristina no Senado, afirmando que sua nomeação seria uma solução adequada enquanto as investigações prosseguem. Ela expressou sua convicção de que essa mudança beneficiaria o partido e a preservação da imagem pública.

Posicionamento sobre Ciro Nogueira

Paschoal também comentou que a iniciativa de afastamento poderia partir do próprio Ciro Nogueira, evitando que outros membros do partido precisem solicitar providências. Ela ressaltou que, embora a presunção de inocência prevaleça no âmbito penal, é prudente afastar-se para proteger a integridade do partido durante o período pré-eleitoral.

Operação Compliance Zero e investigações

A Polícia Federal iniciou uma nova fase da operação Compliance Zero, que investiga fraudes relacionadas ao Banco Master, com Ciro Nogueira entre os alvos. Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão. O ministro do STF, André Mendonça, afirmou que as evidências sugerem um esquema de benefícios mútuos entre Nogueira e um banqueiro.

Consequências das investigações

Além das ações contra Ciro Nogueira, o ministro Mendonça determinou a suspensão das atividades de empresas ligadas ao núcleo investigado, incluindo a Green Investimentos S.A. e a BRGD S.A. As investigações continuam a ser um ponto focal na política brasileira, especialmente em um ano eleitoral.

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Fonte por: Poder 360

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