Janja menciona “América invertida” para destacar soberania do Sul Global

Primeira-dama exibe obra com mapa da América do Sul invertido; detalhes no Poder360.

08/01/2026 18:40

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Janja Lula da Silva

Postagem de Janja Lula da Silva em Comemoração ao 8 de Janeiro

A primeira-dama Janja Lula da Silva compartilhou uma mensagem nas redes sociais, mencionando a obra “América Invertida“, do artista uruguaio Joaquín Torres-García. A publicação ocorreu no dia 8 de janeiro de 2025, marcando três anos dos eventos de 8 de janeiro, quando extremistas invadiram e depredaram a sede dos Três Poderes em Brasília.

A obra citada apresenta um mapa da América do Sul de cabeça para baixo, simbolizando uma contestação ao eurocentrismo e às hierarquias geopolíticas tradicionais.

Reflexões sobre Soberania e Democracia

Na legenda do post, Janja destacou que “soberania começa pelo olhar que lançamos sobre nós mesmos”. Ela também enfatizou a importância de celebrar a democracia e reafirmar a soberania, reconhecendo a história, o território, a cultura e o poder do povo de decidir seu próprio futuro.

A postagem ocorre em um contexto de incertezas no cenário geopolítico mundial, especialmente após uma operação militar dos EUA contra a Venezuela, resultando na prisão do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores.

Possíveis Conflitos na América do Sul

Além disso, o presidente dos EUA, Donald Trump, tem sugerido ações militares em outros países da América do Sul, como:

  • Colômbia – Trump e o presidente Gustavo Petro trocaram críticas nas redes sociais, com Trump afirmando que uma operação em solo colombiano “soa bem”. Petro respondeu pedindo que a população “tome o poder” caso isso ocorra.
  • Cuba – Trump mencionou que o país será pauta da Casa Branca, com o secretário de Estado, Marco Rubio, descrevendo Cuba como um “desastre” e seus líderes como “senis e incompetentes”.

Retirada dos EUA de Organizações Internacionais

Na quarta-feira, 7 de janeiro de 2026, Donald Trump anunciou que os Estados Unidos se retirarão de 31 instituições da ONU e de 35 outras organizações. A decisão foi divulgada na página oficial da Casa Branca.

Segundo o governo dos EUA, essa medida foi tomada porque as organizações “operam contrariamente aos interesses nacionais” e promovem políticas que afetam a soberania, economia e segurança do país. O memorando presidencial determina que todos os departamentos e agências do governo cessem a participação e o financiamento dessas entidades.

O comunicado ressalta que “o presidente Trump tem lutado consistentemente para proteger a soberania dos EUA e garantir que os compromissos internacionais sirvam aos interesses norte-americanos”.

Fonte por: Poder 360

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