Rejeição de Lula atinge 47%; Flávio alcança 52%, aponta BTG/Nexus

Senador fica atrás apenas de Aécio Neves em rejeição, com 62% afirmando que não votariam no tucano de forma alguma.

15/06/2026 08:20

2 min

Rejeição de Lula atinge 47%; Flávio alcança 52%, aponta BTG/Nexus
(Imagem de reprodução da internet).

Aumento da Rejeição ao Senador Flávio Bolsonaro

Uma pesquisa realizada pelo BTG/Nexus, divulgada em 15 de junho, revela que a rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a Presidência da República atingiu 52%. Este é o maior índice de rejeição registrado na série histórica do senador.

Trajetória de Rejeição Crescente

Desde abril, a rejeição ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro tem mostrado um aumento constante, sempre dentro da margem de erro. Em abril, 48% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum. Em maio, esse número subiu para 50%, e agora chegou a 52%.

Atualmente, 25% dos entrevistados consideram Flávio como o único candidato em quem votariam, enquanto 20% indicam que poderiam votar nele.

Comparação com Outros Candidatos

Flávio Bolsonaro ocupa a segunda posição em termos de rejeição, ficando atrás apenas do deputado federal Aécio Neves (PSDB), que tem 62% de rejeição. Para efeito de comparação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é rejeitado por 47% dos entrevistados, enquanto 38% afirmam que votariam apenas nele e 14% poderiam considerar seu voto.

Rejeição de Outros Candidatos

Outros candidatos também apresentam índices de rejeição significativos. O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), tem 37% de rejeição; Romeu Zema (Novo) apresenta 39%; Renan Santos (Missão) e Joaquim Barbosa (DC) têm 36% cada. Cabo Daciolo (Mobiliza) é rejeitado por 46%, e Augusto Cury (Avante) por 35%.

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Preferências Eleitorais

A pesquisa também indica que Lula é o candidato com maior preferência para a eleição, com 40% dos entrevistados desejando que ele permaneça na Presidência por mais quatro anos, um aumento em relação aos 39% do mês anterior. Já 31% preferem Flávio ou outro candidato apoiado por Jair Bolsonaro, enquanto a preferência por um candidato que não seja apoiado por nenhum dos dois subiu de 18% para 24% entre maio e junho.

O levantamento foi realizado entre 12 e 14 de junho, com 2.017 entrevistados em todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com um intervalo de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06645/2026.

Fonte por: Jovem Pan

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