Dólar avança 0,21% enquanto Bolsa apresenta queda de 0,73%

Dólar encerra cotação a R$ 5,042 e Ibovespa alcança 174.787 pontos; confira os detalhes no Poder360.

29/05/2026 18:30

2 min

Dólar avança 0,21% enquanto Bolsa apresenta queda de 0,73%
(Imagem de reprodução da internet).

Alta do Dólar e Queda do Ibovespa em 29 de Maio de 2026

Na sexta-feira, 29 de maio de 2026, o dólar comercial apresentou uma alta de 0,21%, encerrando o dia cotado a R$ 5,042. Durante o pregão, a moeda norte-americana variou entre R$ 5,035 e R$ 5,071.

Embora o dólar tenha acumulado uma alta de 1,6% em maio, ele ainda registra uma queda de 8% no ano, após iniciar 2026 com uma taxa de R$ 5,49.

Desempenho do Ibovespa e Influências do Mercado

O Ibovespa, principal índice da B3, caiu 0,73%, fechando a 173.787,49 pontos, em um movimento de realização de lucros após recentes altas no mercado acionário brasileiro. A divulgação do PIB do Brasil referente ao primeiro trimestre de 2026 influenciou os investidores, que avaliaram os impactos de uma atividade econômica mais robusta sobre a trajetória dos juros no país.

A leitura de crescimento acima das expectativas sugere que o Banco Central pode manter uma política monetária restritiva por um período mais prolongado. Além disso, a disputa pela formação da Ptax de fim de mês, taxa de referência para contratos cambiais, aumentou a volatilidade do dólar durante o pregão.

Fatores Externos e Impactos no Mercado

No cenário internacional, os investidores acompanharam dados de inflação dos Estados Unidos e as negociações entre os EUA e o Irã. As incertezas relacionadas ao petróleo e à política monetária norte-americana geraram uma postura mais cautelosa nos mercados globais.

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Na Bolsa brasileira, ações de commodities e do setor financeiro pressionaram o índice, que também enfrentou uma redução no fluxo de investimentos estrangeiros, após um período de entrada significativa de recursos internacionais.

Expectativas Futuras

Apesar da queda registrada na sexta-feira, o Ibovespa permanece próximo das máximas históricas de 2026, sustentado pela expectativa de desaceleração da inflação global e pela possibilidade de redução de juros nas principais economias do mundo.

Fonte por: Poder 360

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