Dólar cai 0,47% e encerra cotação a R$ 5,177; Ibovespa sobe 0,89%

Dólar atinge mínima de R$ 5,167 após maior alta desde março, enquanto Ibovespa encerra em 172.027,88 pontos.

25/06/2026 18:40

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Mercados Financeiros: Dólar e Ibovespa em Movimento

Na quinta-feira, 25 de junho de 2026, o dólar comercial apresentou uma queda de 0,47%, fechando o dia cotado a R$ 5,177. Durante as negociações, a moeda americana variou entre R$ 5,167 e R$ 5,219.

O Ibovespa, principal índice da B3, teve um desempenho positivo, subindo 0,89% e encerrando o dia em 172.027,88 pontos. O índice registrou uma mínima de 170.507,92 pontos e uma máxima de 173.277,10 pontos ao longo da sessão.

Impacto das Estimativas do PIB dos EUA

Os investidores reagiram à terceira estimativa do PIB dos Estados Unidos para o primeiro trimestre de 2026, que foi revisada para uma taxa anualizada de 2,1%, superando a previsão anterior de 2%. Esse dado reforçou a percepção de resiliência da economia americana, aumentando o apetite por ativos de risco.

Além disso, o mercado acompanhou o desempenho das empresas de tecnologia na bolsa de valores de Nova York. Após a intensa volatilidade que se seguiu ao IPO da SpaceX, que se tornou o maior da história dos EUA, as ações da empresa começaram a se recuperar, reduzindo algumas das perdas recentes. Os investidores estão avaliando a sustentabilidade da avaliação da empresa e os efeitos da captação bilionária no setor tecnológico.

Declarações do Presidente do Banco Central

No Brasil, as atenções estavam voltadas para as declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante a apresentação do Relatório de Política Monetária. Ele comentou sobre as críticas à previsibilidade da instituição, afirmando que “existe uma confusão entre ser mais claro na comunicação e sinalizar o que vai ser feito à frente”.

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Essa declaração foi interpretada como um reforço da estratégia do Banco Central de evitar previsões antecipadas sobre a política monetária, mantendo a flexibilidade nas decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) em resposta à evolução do cenário econômico.

Os investidores também observaram a divulgação da arrecadação federal de maio, que superou as expectativas, além dos resultados das emissões de títulos públicos pelo Tesouro Nacional. Esses dados são cruciais para a avaliação da situação fiscal do governo e influenciam as expectativas em relação à trajetória das taxas de juros e dos ativos brasileiros.

Fonte por: Poder 360

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