Dólar despenca 1,37% enquanto Bolsa registra alta de 1,71%

Dólar encerra cotação a R$ 5,099; Ibovespa avança quase 3.000 pontos, alcançando 171.497 pontos. Confira no Poder360.

11/06/2026 18:40

2 min

Dólar despenca 1,37% enquanto Bolsa registra alta de 1,71%
(Imagem de reprodução da internet).

Dólar e Ibovespa: Queda e Avanço no Mercado Financeiro

Na quinta-feira, 11 de junho de 2026, o dólar apresentou uma queda significativa de 1,37%, fechando a R$ 5,101. Durante o mesmo pregão, o Ibovespa, principal índice da B3, subiu 1,71%, alcançando 171.497 pontos.

A desvalorização da moeda americana foi impulsionada pela sinalização do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a redução de tensões com o Irã. Além disso, a melhora no cenário externo e a expectativa de que o Federal Reserve possa iniciar um ciclo de redução de juros nos próximos meses também influenciaram o mercado.

Reação dos Mercados Internacionais

Os investidores reagiram positivamente a dados de inflação dos EUA, que indicam uma desaceleração gradual dos preços. Em Nova York, os principais índices acionários apresentaram ganhos, enquanto o dólar perdeu força em relação a várias moedas globais.

A expectativa de juros mais baixos nos Estados Unidos tende a favorecer a migração de investimentos para mercados emergentes, como o Brasil. Com a taxa Selic em 14,50% ao ano, o país se mantém como um destino atrativo para investimentos em renda fixa, o que contribui para a entrada de capital estrangeiro e fortalece o real.

B3: Avanço Significativo do Ibovespa

A B3 registrou uma forte entrada de capital em ações, especialmente nas ligadas a commodities e ao setor financeiro. As empresas exportadoras se beneficiaram da valorização das matérias-primas no mercado internacional, enquanto os bancos acompanharam o aumento do apetite por risco dos investidores.

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O crescimento de 1,71% no Ibovespa representou um ganho de quase 2.900 pontos em uma única sessão. Esse desempenho reforça a recuperação do mercado acionário brasileiro, que havia enfrentado semanas de volatilidade, e evidencia a atenção dos investidores em relação à trajetória dos juros globais e ao fluxo de capital para economias emergentes.

Fonte por: Poder 360

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