Durigan afirma que Pix não está em negociação com os EUA

Ministro rebate declarações dos EUA sobre Piz e Trump, que afirmaram que o “Brasil se tornou agressivo e perigoso politicamente”.

18/06/2026 12:40

2 min

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Ministro da Fazenda Reitera Posição sobre o Pix e Críticas de Trump

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o sistema de pagamentos instantâneos, o Pix, não será incluído em negociações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Em suas declarações, Durigan também criticou o presidente norte-americano, Donald Trump, por tentar interferir no processo eleitoral brasileiro com suas críticas ao país.

Interferência e Interesses Econômicos

Durante uma entrevista, Durigan destacou que as manifestações do governo dos EUA sobre o Pix e a regulação de grandes empresas de tecnologia estão ligadas a interesses econômicos. Ele enfatizou que o Pix é um patrimônio brasileiro, que aumentou a concorrência no setor financeiro e reduziu custos para consumidores e empresas.

Críticas de Trump e Impacto Político

O ministro também comentou as declarações de Trump, que, em uma coletiva de imprensa após a cúpula do G7, descreveu o Brasil como “agressivo e perigoso politicamente”. Durigan considerou essas falas como uma tentativa de interferência nas eleições de 2026, favorecendo setores da oposição.

Tarifas e Relações Bilaterais

Durigan criticou a possibilidade de os EUA aumentarem tarifas sobre produtos brasileiros, considerando essa medida “irracional”, já que os EUA têm um superávit na balança comercial com o Brasil. Ele reafirmou que o governo brasileiro continuará a negociar para evitar novas sobretaxas, defendendo que as relações entre os dois países devem ser baseadas em critérios econômicos e respeito à soberania brasileira.

Contexto da Situação

A tecnologia do Pix foi acusada pelo USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos) de prejudicar injustamente empresas americanas de pagamento eletrônico, como MasterCard e Visa. Além disso, Trump propôs tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros, alegando práticas comerciais “não razoáveis” por parte do Brasil, que incluem questões relacionadas ao Pix e decisões do Supremo Tribunal Federal sobre big techs.

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Conclusão

O ministro Dario Durigan reafirmou a posição do Brasil em defender seus interesses comerciais e democráticos, garantindo que as eleições no país serão livres e transparentes. Ele destacou a importância de manter a soberania brasileira em meio a pressões externas.

Fonte por: Poder 360

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