EUA autorizam pílula da Merck para controle do colesterol

Medicamento se torna o primeiro inibidor de PCSK9 aprovado no Brasil. Confira no Poder360.

17/07/2026 08:30

2 min

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Aprovação de Novo Medicamento para Redução do Colesterol nos EUA

A FDA (agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos) aprovou na quinta-feira, 16 de julho de 2026, o Lipfendra (enlicitide), uma pílula da Merck destinada à redução do colesterol. Este é o primeiro medicamento em comprimido da classe dos inibidores de PCSK9 autorizado no país, que até então era administrado apenas por meio de injeções.

A nova forma de apresentação do medicamento visa facilitar o acesso de pacientes com alto risco cardiovascular, especialmente aqueles que enfrentam dificuldades com aplicações periódicas ou que têm problemas com o custo dos tratamentos injetáveis disponíveis.

Funcionamento e Eficácia do Lipfendra

O Lipfendra atua bloqueando a proteína PCSK9, que dificulta a remoção do colesterol LDL, conhecido como “colesterol ruim”, do sangue. Estudos realizados pela Merck indicam que o medicamento pode reduzir os níveis de LDL em até 60%, um resultado comparável ao dos tratamentos injetáveis da mesma classe.

Os estudos que levaram à aprovação do Lipfendra foram conduzidos com pacientes que apresentavam colesterol elevado, incluindo aqueles com hipercolesterolemia familiar, uma condição genética que eleva os níveis de colesterol desde a infância. A Merck afirmou que não houve aumento significativo de efeitos adversos em comparação ao placebo.

Preço e Concorrência no Mercado

O Lipfendra terá um preço de tabela de US$ 315 por mês nos Estados Unidos e deve estar disponível nas farmácias nas próximas semanas. Em comparação, os medicamentos injetáveis da mesma classe, como Repatha, da Amgen, e Praluent, de Regeneron e Sanofi, custam entre US$ 500 e US$ 600 mensais.

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A Merck continua a realizar estudos para determinar se o comprimido terá o mesmo impacto que os medicamentos injetáveis na redução de infartos, AVCs e mortes causadas por doenças cardiovasculares. Segundo a American Heart Association, cerca de 25% dos adultos nos Estados Unidos apresentam níveis elevados de colesterol LDL.

Fonte por: Poder 360

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