EUA convidam chanceler brasileiro para evento sobre terrorismo político

Rubio solicita participação de Mauro Vieira em seminário sobre espectro político e “terrorismo”. Confira no Poder360.

10/07/2026 19:40

2 min

Mauro Vieira e Marco Rubio
Mauro Vieira e Marco Rubio

Convite dos EUA ao Chanceler Brasileiro

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, convidou o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, para um evento que discutirá o que Washington denomina de “ressurgimento do terrorismo transnacional de extrema-esquerda”. O chanceler brasileiro ainda está avaliando sua participação no encontro, agendado para 16 de julho, organizado pela administração do presidente Donald Trump.

Objetivos do Evento

Segundo Tommy Pigott, porta-voz do Departamento de Estado, o foco do evento é erradicar atividades que o governo Trump classifica como terrorismo. As ações consideradas terroristas incluem:

  • assassinatos;
  • sequestros;
  • ameaças violentas contra instalações e aplicação da lei dos EUA;
  • ataques a infraestrutura crítica, pessoal militar e população civil.

Contexto do Convite

O convite surge em um momento de tensão entre o governo Trump e o Itamaraty. Recentemente, Washington classificou como “absurda” uma declaração do chanceler sobre a possibilidade de intervenção militar dos EUA no Brasil. Essa declaração gerou desconforto até mesmo no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que considerou um erro a resposta do Itamaraty a um requerimento de um deputado sobre a classificação de facções brasileiras como terroristas.

Reações e Consequências

O deputado Evair de Melo questionou o Ministério das Relações Exteriores sobre as implicações da designação de grupos como o PCC e o CV como terroristas. Em resposta, o Departamento de Estado dos EUA já havia negado a possibilidade de intervenção militar no Brasil, reforçando a posição de que não há planos para ações desse tipo no país.

Considerações Finais

O convite para o evento nos EUA e as recentes declarações sobre a segurança no Brasil refletem a complexidade das relações entre os dois países. A situação exige uma análise cuidadosa por parte do governo brasileiro, considerando as implicações políticas e diplomáticas envolvidas.

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Fonte por: Poder 360

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