Morte de Niño Guerrero “envia mensagem à América Latina”, afirmam EUA

Chefe do Tren de Aragua é morto em operação do Comando Sul com apoio das autoridades venezuelanas. Confira no Poder360.

13/06/2026 18:30

2 min

Morte de Niño Guerrero “envia mensagem à América Latina”, afirmam EUA
(Imagem de reprodução da internet).

Operação Militar dos EUA na Venezuela Resulta na Morte de Niño Guerrero

O Comando Sul dos Estados Unidos executou uma operação militar na Venezuela que culminou na morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero. A ação ocorreu na sexta-feira, 12 de junho de 2026, em território venezuelano, com a coordenação de autoridades locais.

Patrick Weaver, funcionário do Pentágono, declarou em sua conta nas redes sociais que a morte de Niño Guerrero “envia uma mensagem clara à América Latina” sobre o compromisso do governo do presidente Donald Trump no combate ao narcotráfico.

Contexto da Operação

Guerrero liderava o Tren de Aragua, uma organização criminosa venezuelana considerada um grupo terrorista pelos Estados Unidos. O anúncio da operação foi feito em conjunto por Washington e Caracas na noite de sexta-feira. Trump confirmou a ação em sua rede social, compartilhando um vídeo de uma explosão em um edifício, descrevendo o ataque como “rápido e letal”. Ele afirmou que Guerrero foi morto durante um confronto com grupos armados.

O Tren de Aragua, fundado na Venezuela, expandiu suas atividades para outros países da América Latina, incluindo Colômbia, Peru, Chile e Brasil, com forte presença em Roraima, na fronteira com a Venezuela. Nos últimos anos, Trump intensificou as ações contra essa facção, realizando operações contra embarcações suspeitas de envolvimento em rotas de narcotráfico no Caribe e no Pacífico.

Quem Era Niño Guerrero?

Niño Guerrero foi preso em 2010 por crimes como tráfico de drogas, homicídio e roubo. Ele escapou da prisão em 2012, tornando-se um dos criminosos mais procurados da Venezuela, mas foi recapturado em 2013. Em fevereiro de 2018, foi condenado a 17 anos de prisão, mas não cumpriu a totalidade da pena.

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Mesmo encarcerado, Guerrero continuou a liderar o Tren de Aragua, contribuindo para a expansão da facção, que se tornou uma das maiores organizações criminosas da América Latina. Em dezembro de 2025, o governo de Trump formalizou acusações contra ele em um tribunal federal de Manhattan, incluindo crimes de extorsão, terrorismo, importação de drogas e crimes relacionados a armas. O Departamento de Justiça dos EUA ofereceu uma recompensa de até US$ 5 milhões por informações que levassem à sua captura.

Fonte por: Poder 360

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