Planalto reage à inesperada classificação do PCC e CV como terroristas

Flávio Bolsonaro e Marco Rubio definem acordo em encontro na quarta-feira (27)

28/05/2026 21:20

2 min

Planalto reage à inesperada classificação do PCC e CV como terroristas
(Imagem de reprodução da internet).

Estados Unidos classifica facções brasileiras como organizações terroristas

O Palácio do Planalto foi surpreendido pela decisão do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que classificou as facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. A informação foi confirmada por fontes locais.

Reação do governo brasileiro

Celso Amorim, assessor-chefe especial para assuntos internacionais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, comentou sobre a situação, ressaltando a importância da segurança pública para o desenvolvimento socioeconômico. Ele afirmou que o crime organizado é um problema que deve ser combatido e que a cooperação internacional é bem-vinda, especialmente em questões como lavagem de dinheiro e contrabando de armas.

Amorim também destacou que qualquer pretexto para intervenção é inaceitável, enfatizando a necessidade de abordar o problema de forma colaborativa.

Encontro que levou à decisão

Segundo informações, a classificação das facções como organizações criminosas foi acordada durante um encontro na Casa Branca, realizado na quarta-feira (27), entre o senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o vice-presidente JD Vance.

Flávio Bolsonaro confirmou a recepção positiva da proposta por Rubio e mencionou que o governo Lula havia solicitado que os grupos não fossem classificados dessa forma. Ele também observou que Rubio foi mais enfático que Trump sobre o assunto.

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Conclusão

A decisão dos Estados Unidos de classificar o CV e o PCC como organizações terroristas pode ter implicações significativas nas relações entre os dois países, além de impactar a abordagem do Brasil em relação ao combate ao crime organizado. O governo brasileiro agora enfrenta o desafio de responder a essa nova realidade e buscar formas de cooperação internacional que respeitem sua soberania.

Fonte por: Jovem Pan

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