Richarlison revela disputa judicial sobre mansão com Flávio Bolsonaro como testemunha

Richarlison Envolve-se em Disputa Judicial por Mansão em Ilha Comprida
O jogador Richarlison revelou, nesta quarta-feira (1º), uma disputa judicial relacionada a uma mansão em Ilha Comprida, Angra dos Reis, Rio de Janeiro. O atleta comentou uma postagem, que foi posteriormente removida, sobre o caso envolvendo o imóvel, que incluía informações sobre direito imobiliário. Richarlison também compartilhou a publicação em seus stories no Instagram, marcando o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro.
Investimento e Reivindicações
Richarlison afirmou ter investido cerca de R$ 10 milhões na mansão e expressou sua frustração, dizendo: “E, simplesmente me tomaram. E, estou até hoje sem receber a minha grana”.
Em 2020, a propriedade foi adquirida pela empresa Sport 70 Intermediação de Negócios Ltda, de Renato Veloso, ex-empresário do jogador. Contudo, em 2022, uma decisão liminar transferiu a posse do imóvel para a WT Administração de Imóveis e Bens S/A, do advogado Willer Tomaz.
Histórico do Imóvel
A mansão, que pertenceu à cantora Clara Nunes até 1983, foi vendida em 1986 para a M. Locadora de Veículos e Transportes Turísticos Ltda. É importante ressaltar que terrenos em ilhas no Brasil pertencem à União, que é responsável pela concessão da posse.
Em 2022, os representantes dos espólios dos antigos proprietários da M. Locadora reivindicaram a posse do imóvel, e a 2ª Vara Cível da Comarca de Angra acolheu o pedido, determinando a reintegração da posse da mansão.
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Posição de Flávio Bolsonaro
Durante o processo, Flávio Bolsonaro foi chamado como testemunha pela Sport 70 Intermediação de Negócios Ltda. A assessoria do senador esclareceu que ele não é parte da ação judicial e não possui qualquer vínculo com o imóvel.
Em junho de 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que reconheceu o direito de posse de Tomaz sobre a propriedade.
Conclusão
A Jovem Pan entrou em contato com o escritório de advocacia de Willer Tomaz para obter uma nota, mas não recebeu resposta até o fechamento desta reportagem. O espaço permanece aberto para futuras manifestações.
Fonte por: Jovem Pan
Autor(a):
Redação
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