São Paulo descarta novo caso suspeito de Ebola

Decisão é anunciada após resultados negativos das análises das amostras

12/06/2026 22:20

2 min

São Paulo descarta novo caso suspeito de Ebola
(Imagem de reprodução da internet).

Descartados Casos Suspeitos de Ebola em São Paulo

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) anunciou na sexta-feira (12) que o segundo caso suspeito de Ebola foi descartado. A decisão foi tomada após a análise de duas amostras coletadas em momentos distintos. O caso foi notificado na quarta-feira (10), envolvendo uma brasileira de 31 anos que apresentou febre e diarreia após retornar da República Democrática do Congo (RDC).

A paciente continua internada no Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER) e apresenta evolução clínica favorável, recebendo tratamento para gastroenterocolite aguda. A primeira amostra foi coletada antes de 72 horas do início dos sintomas, e uma nova coleta foi realizada conforme o protocolo da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ambos os resultados foram negativos.

Histórico de Casos Suspeitos

No início de junho, o Estado de São Paulo já havia descartado o primeiro caso suspeito de Ebola deste ano, que envolveu um homem de 37 anos que também havia viajado à República Democrática do Congo.

Sintomas da Doença

A infecção pelo vírus Ebola geralmente se inicia de forma abrupta, apresentando sintomas como febre alta, dor de cabeça intensa, dores musculares, fadiga, náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Em casos graves, podem ocorrer manifestações hemorrágicas, choque e insuficiência de múltiplos órgãos.

Um indivíduo é considerado suspeito de infecção se, nos 21 dias anteriores ao início dos sintomas, tiver estado em uma área com transmissão ativa da doença ou proveniente de um país com circulação do vírus, apresentando febre e/ou calafrios, acompanhados ou não de diarreia, vômitos ou manifestações hemorrágicas.

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É importante destacar que o vírus Ebola não é transmitido por via respiratória. A transmissão ocorre após o início dos sintomas, através do contato direto com sangue, secreções, fluidos corporais ou tecidos de pessoas infectadas. Não há risco de transmissão durante o período de incubação, que precede o aparecimento dos sintomas.

Fonte por: Jovem Pan

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