Vereador solicita apuração sobre violência de manifestantes em ato na USP

Notícia-crime solicita investigação sobre tentativa de homicídio, depredação e agressões ocorridas em 8 de junho.

18/06/2026 17:40

2 min

Adrilles Jorge
Adrilles Jorge

Vereador de São Paulo Protocolou Notícia-Crime Contra Violência em Ocupação da USP

O vereador Adrilles Jorge, do União Brasil, apresentou uma notícia-crime ao Ministério Público de São Paulo na noite de segunda-feira, 15 de junho de 2026. O pedido de investigação se refere a atos de violência ocorridos durante uma tentativa de ocupação da Administração Central da Universidade de São Paulo (USP) no dia 8 de junho, quando os estudantes decidiram encerrar uma greve de 54 dias.

Acusações de Crimes Durante o Protesto

Entre os crimes mencionados na representação estão a tentativa de homicídio contra agentes de segurança da instituição. O documento relata que manifestantes depredaram bens públicos, agrediram servidores e lançaram um rojão em direção a policiais militares e seguranças que controlavam o protesto na ocupação dos prédios administrativos no campus Butantã.

Reação do Vereador

Adrilles Jorge destacou que a violência não deve ser confundida com manifestações legítimas. Ele afirmou que é fundamental que o Estado tome medidas rigorosas para investigar e punir os responsáveis por ataques a agentes públicos e depredação de patrimônio.

Outras Acusações e Contexto da Ocupação

Além da tentativa de homicídio, o vereador mencionou a possibilidade de outros crimes, como lesão corporal grave, dano qualificado ao patrimônio público, associação criminosa, explosão e uso irregular de artefatos explosivos. Após o fim da greve, alguns estudantes ocuparam o prédio para exigir a retomada das negociações sobre políticas de permanência, como moradia e alimentação, mas a Polícia Militar desocupou o local no mesmo dia.

Conclusão e Resposta do Diretório Estudantil

O Diretório Central dos Estudantes (DCE), que organizou a ocupação da reitoria em 7 de maio, informou que os estudantes que participaram da ocupação em 8 de junho eram independentes e se autodenominavam Coletivo Marimbondo. O Poder360 tentou contato com o grupo por meio do Instagram, mas não obteve resposta até o momento da publicação desta matéria. O texto será atualizado caso haja retorno do coletivo.

Leia também

Fonte por: Poder 360

Autor(a):

Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!