Advogado de Bolsonaro solicita manutenção da prisão domiciliar

Paulo Cunha Bueno se encontra com Alexandre de Moraes para apresentar argumentos nesta terça-feira (30.jun). Confira no Poder360.

30/06/2026 19:40

2 min

Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro

Pedido de Manutenção da Prisão Domiciliar de Bolsonaro

O advogado de Jair Bolsonaro, Paulo Cunha Bueno, protocolou um pedido para a manutenção da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente. A solicitação foi feita na terça-feira, 30 de junho de 2026, e foi acompanhada de uma reunião com o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal.

Durante a reunião, Bueno apresentou argumentos relacionados ao estado de saúde de Bolsonaro e à arma encontrada em sua residência. A defesa acredita que os fundamentos apresentados são suficientes para justificar a continuidade da prisão domiciliar.

Condições da Prisão Domiciliar

Bolsonaro está em prisão domiciliar humanitária desde 27 de março, cumprindo uma pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado. Antes de ser transferido para o regime domiciliar, ele estava em regime fechado na sala de Estado-Maior da Polícia Militar do Distrito Federal.

A prisão domiciliar foi concedida por 90 dias após Bolsonaro deixar o Hospital DF Star, onde tratava uma pneumonia. Atualmente, ele utiliza tornozeleira eletrônica, não pode acessar redes sociais e só pode receber visitas autorizadas, além de familiares, advogados e médicos. O descumprimento de qualquer regra pode resultar em seu retorno ao regime fechado.

Arma Apreendida

Uma arma registrada em nome de Bolsonaro foi apreendida durante uma operação policial em Brasília no dia 15 de junho. O armamento estava sendo transportado por um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela segurança do ex-presidente.

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O militar alegou que a arma foi retirada para reparos e que seria devolvida no dia seguinte. A defesa de Bolsonaro argumenta que a arma estava em sua residência antes do início da prisão domiciliar e que nunca houve uma ordem judicial para sua apreensão. Portanto, os advogados negam que a situação constitua uma violação das condições da prisão domiciliar.

Fonte por: Poder 360

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