ANP anuncia empresas qualificadas para leilão de petróleo em outubro

ANP Anuncia Empresas Habilitadas para Leilões de Petróleo
A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) divulgou na sexta-feira, 26 de junho de 2026, a lista das empresas que estão aptas a participar dos leilões de áreas para exploração de petróleo, programados para o dia 7 de outubro.
No total, 19 companhias foram habilitadas para o 4º ciclo de OPP (Oferta Permanente de Partilha) e 46 para o 6º ciclo de OPC (Oferta Permanente de Concessão). As listas foram publicadas no Diário Oficial da União.
Prazo e Condições para Participação
As empresas têm até o dia 21 de julho para apresentar a declaração de interesse, acompanhada de garantia de oferta para um ou mais setores do edital vigente. Elas poderão participar individualmente ou em consórcio. A ANP esclarece que a habilitação não garante a participação nos leilões, apenas indica quem pode oferecer lances, caso haja interesse.
No regime de concessão, a empresa adquire o direito de explorar uma área e é proprietária de tudo o que extrai. Já no regime de partilha, o petróleo pertence à União, e a companhia recebe o custo investido mais uma parte do lucro, chamada de óleo-lucro.
Empresas Participantes e Blocos Disponíveis
Para o leilão de partilha, estão na lista empresas como Petrobras, Prio Forte S.A, Chevron, Shell, BP, Equinor e QatarEnergy. Serão oferecidos 23 blocos disponíveis nas Bacias de Campos e Santos.
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No leilão de concessões permanentes, participarão empresas como Petrobras, Atem, Eneva e Origem, com um edital que oferece 38 áreas, incluindo 495 blocos exploratórios e 5 áreas com acumulação marginal em 11 bacias sedimentares.
Margem Equatorial e Futuras Ofertas
Na mesma data, a ANP aprovou a indicação de 86 blocos exploratórios na região da Margem Equatorial. Embora essas áreas não sejam leiloadas em outubro, elas poderão ser incluídas em futuros ciclos de oferta permanente, possivelmente a partir de 2027.
Dos blocos aprovados, 36 estão na bacia da Foz do Amazonas, 25 na Pará-Maranhão e 25 em Barreirinhas. Para que essas áreas sejam consideradas aptas, ainda precisam passar por análises regulatórias e ambientais, além de atender aos protocolos do Ministério de Minas e Energia e do Ministério do Meio Ambiente.
Fonte por: Poder 360
Autor(a):
Redação
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