Anvisa determina recolhimento de hormônio falsificado e medicamento oncológico

Anvisa determina recolhimento de medicamentos falsificados
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) anunciou, na segunda-feira (15 de junho de 2026), o recolhimento de um lote falsificado do hormônio do crescimento Criscy. Além disso, a agência proibiu a comercialização e o uso de um lote do medicamento Kimmtrak, que foi desviado após um furto de carga na Europa.
Os produtos devem ser retirados imediatamente do mercado, pois não há garantias sobre sua origem, armazenamento e segurança. As determinações foram publicadas no Diário Oficial da União.
Recolhimento do hormônio do crescimento Criscy
No primeiro caso, a Anvisa determinou o recolhimento do lote 22030133 do medicamento Criscy, fabricado pela Cristália. Este medicamento é utilizado no tratamento de deficiência do hormônio do crescimento e outras condições. A agência identificou no mercado unidades com características diferentes do produto original.
As irregularidades incluem datas de fabricação e validade que não correspondem às registradas pela empresa, além de um número de lote que não existe. A Anvisa confirmou que se trata de um produto falsificado.
Proibição do medicamento Kimmtrak
A segunda medida refere-se ao lote 4A010AA27 do medicamento Kimmtrak, indicado para pacientes com melanoma uveal metastático, um tipo raro de câncer ocular. A Anvisa informou que as unidades encontradas no mercado são provenientes de uma carga furtada na Europa.
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A Medison Pharma Brasil, responsável pelo registro do medicamento no Brasil, notificou a Anvisa sobre o incidente. A apreensão e a proibição da comercialização, importação e uso do lote foram determinadas devido à perda da rastreabilidade e controle das condições de transporte e armazenamento.
Orientações para pacientes e profissionais de saúde
A Anvisa recomenda que pacientes, hospitais, clínicas e distribuidoras verifiquem os lotes dos medicamentos antes de utilizá-los. Caso encontrem unidades proibidas, a orientação é não utilizá-las e comunicar a situação à vigilância sanitária ou à própria Anvisa.
Fonte por: Poder 360
Autor(a):
Redação
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