EUA refutam influência de Flávio em decisão sobre PCC e CV

Classificação de Facções Brasileiras como Terroristas pelos EUA
A porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Amanda Roberson, declarou na sexta-feira (29 de maio de 2026) que a decisão do governo de Donald Trump de classificar as facções PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) como “narcoterroristas” não foi influenciada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Em entrevista ao canal GloboNews, Roberson foi questionada pela jornalista Andréia Sadi sobre a possível influência do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ela enfatizou que “a única pessoa que toma decisões pelos Estados Unidos é o presidente Trump e sua equipe, o secretário Rubio”.
Decisão e Implicações
Roberson explicou que essas designações são uma ferramenta legal dos Estados Unidos para agir contra grupos que já estão operando no país. A medida está prevista para entrar em vigor em 5 de junho de 2026. A porta-voz também disponibilizou documentos em inglês e português sobre a classificação.
Antes do pronunciamento de Roberson, alguns apoiadores de Flávio Bolsonaro atribuíram a decisão dos EUA ao senador. Até o momento, Flávio não se manifestou sobre as declarações da porta-voz.
Reunião com Donald Trump
Flávio Bolsonaro se reuniu com Donald Trump na Casa Branca na terça-feira (26 de maio). Segundo o senador, o principal assunto da conversa foi a classificação das facções brasileiras como organizações terroristas.
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Flávio afirmou que fez um pedido direto a Trump para que PCC e CV fossem reconhecidos oficialmente como organizações terroristas, destacando a gravidade da situação. Ele também mencionou que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, acatou seu pedido.
Fonte por: Poder 360
Autor(a):
Redação
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