EUA tomam medidas contra facções, afirma advogado da Trump Media

Martin De Luca diz que decisão da Casa Branca sobre PCC e CV como “terroristas” não torna o Brasil alvo nem justifica intervenção militar.

29/05/2026 10:30

2 min

EUA tomam medidas contra facções, afirma advogado da Trump Media
(Imagem de reprodução da internet).

Classificação de Facções Criminosas pelos EUA

O advogado da Trump Media, Martin De Luca, afirmou que os Estados Unidos estão agindo contra facções criminosas, e não contra o Brasil, ao classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas. Ele destacou que essa decisão não transforma o Brasil em um alvo e que a soberania do país deve ser defendida.

Posição sobre Soberania e Intervenção

Em suas declarações nas redes sociais, De Luca enfatizou que a soberania é a capacidade do Estado de controlar seu território e proteger sua população. Ele também ressaltou que a designação americana não implica automaticamente em uma intervenção militar no Brasil.

Críticas à Interpretação da Soberania

De Luca criticou a ideia de que a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas ameaça a soberania brasileira. Segundo ele, a verdadeira ameaça vem das facções criminosas que controlam áreas, impõem regras e aterrorizam a população. Ele argumentou que a designação americana visa combater essas organizações que representam uma ameaça transnacional.

Consequências da Designação

O advogado também destacou que a classificação amplia as ferramentas disponíveis para combater o financiamento e a logística dessas facções. Ele afirmou que a preocupação com a soberania é válida, mas que as principais vítimas da perda de soberania são os cidadãos brasileiros que vivem sob o domínio do crime organizado.

Conclusão sobre a Cooperação Internacional

De Luca concluiu que o Brasil deve responder à situação com cooperação internacional e estratégias eficazes para combater o crime organizado. Ele defendeu que a verdadeira proteção da soberania brasileira está em desmantelar o poder das facções criminosas, e não em proteger a sensibilidade diplomática dessas organizações.

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Fonte por: Poder 360

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