Kanh propõe reedição da final da Copa de 2002 após caso Balugun

Fifa estaria ‘reescrevendo’ a história do futebol, segundo lenda alemã

07/07/2026 15:20

2 min

Oliver Kahn, lendário goleiro al
Oliver Kahn, lendário goleiro al

Oliver Kahn Critica Decisão da FIFA

O ex-goleiro alemão Oliver Kahn, famoso por sua atuação na Copa do Mundo de 2002, expressou sua insatisfação com a FIFA após a entidade decidir revogar a suspensão do atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos, para o jogo contra a Bélgica. Kahn lembrou que Michael Ballack, um dos principais jogadores da seleção alemã em 2002, ficou fora da final devido a um cartão amarelo recebido na semifinal.

Regras de Suspensão e Sugestões de Kahn

Kahn sugeriu que a FIFA “reescrevesse a história do futebol” e retirasse o cartão mostrado a Ballack na semifinal de 2002. Ele destacou que a expulsão de Ballack levou à mudança nas regras de suspensão por cartões amarelos nas Copas do Mundo, onde os cartões passaram a ser zerados a partir das quartas de final.

Além disso, o ex-goleiro propôs que a final de 2002 contra o Brasil fosse jogada novamente, lembrando que a seleção brasileira venceu por 2 a 0, em uma partida marcada por uma falha de Kahn.

Decisão da FIFA sobre Folarin Balogun

Folarin Balogun, um dos principais jogadores da seleção dos Estados Unidos, foi expulso durante um jogo da Copa do Mundo após uma falta em um adversário. No entanto, a FIFA reverteu a suspensão do jogador, permitindo que ele participasse da partida contra a Bélgica nas oitavas de final.

Após a decisão, Donald Trump manifestou seu agradecimento à FIFA por reverter a expulsão, afirmando que a revisão foi uma correção de uma injustiça. Trump também mencionou que pediu ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, que reconsiderasse a decisão de aplicar o cartão vermelho a Balogun, embora não tenha solicitado a anulação da punição.

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Críticas de Trump ao Árbitro

Trump não poupou críticas ao árbitro brasileiro Raphael Claus, que aplicou o cartão vermelho a Balogun. Ele insinuou que o árbitro tinha um histórico suspeito e que a falta que resultou na expulsão não ocorreu. O ex-presidente afirmou que até mesmo os adversários reconheceram a sorte que tiveram com a decisão do árbitro.

Fonte por: Jovem Pan

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