Novo solicita ao STF avanço no pedido de afastamento de Alcolumbre

Ação visa obrigar a instalação do Conselho de Ética do Senado, passo essencial para a representação contra o presidente da Casa.

13/06/2026 23:30

2 min

Novo solicita ao STF avanço no pedido de afastamento de Alcolumbre
(Imagem de reprodução da internet).

Partido Novo Aciona STF para Instalação do Conselho de Ética do Senado

O Partido Novo protocolou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) visando a instalação do Conselho de Ética do Senado. A medida busca permitir a análise de uma representação que solicita o afastamento do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil. O anúncio foi feito pelo senador Eduardo Girão, do Novo, em um vídeo divulgado na sexta-feira, 12 de junho de 2026.

Justificativa para a Ação

Girão e o vereador de Curitiba, Guilherme Kilter, informaram que apresentaram um mandado de segurança ao STF, solicitando que a Corte determine a abertura do Conselho de Ética. O partido argumenta que a falta de instalação do colegiado impede a tramitação do pedido contra Alcolumbre, que foi protocolado há dois meses.

Motivos da Representação

Segundo Girão, a representação se baseia na não instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master, que já teria o número necessário de assinaturas para ser criada. O senador enfatizou a importância da investigação, que envolve Alcolumbre e outros políticos influentes.

Denúncias e Respostas

A pressão sobre Alcolumbre aumentou após a publicação de uma reportagem que alega que Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, transferiu US$ 30 milhões para o presidente do Senado. O valor, equivalente a cerca de R$ 153 milhões, teria sido depositado em uma conta no exterior em troca de apoio a interesses do banco.

Alcolumbre negou as acusações, classificando as informações como “absolutamente falsas” e se comprometendo a enfrentar a situação com “máxima firmeza”. A defesa de Vorcaro tentou apresentar propostas de delação à Polícia Federal, mas as propostas foram rejeitadas por não trazerem provas suficientes para justificar benefícios ao ex-banqueiro.

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Fonte por: Poder 360

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