Trump aplica sanções ao presidente de Cuba e à família Castro

EUA visam 5 entidades e 4 indivíduos em nova medida para intensificar a pressão sobre o governo cubano.

04/06/2026 22:30

2 min

Trump aplica sanções ao presidente de Cuba e à família Castro
(Imagem de reprodução da internet).

Novas Sanções dos EUA contra Cuba

Na quinta-feira, 4 de junho de 2026, os Estados Unidos impuseram novas sanções ao presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, e a outros indivíduos e entidades ligadas ao governo cubano. As sanções incluem cinco entidades e quatro pessoas, entre elas Alejandro Castro Espín e Raúl Alejandro Castro, filho e neto de Raúl Castro, ex-presidente de Cuba.

Detalhes das Sanções

Além dos familiares de Raúl Castro, as sanções também afetam Lis Cuesta Peraza, esposa de Díaz-Canel, e Manuel Anido Cuesta, seu enteado. As cinco entidades sancionadas são:

  • Ministério das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba;
  • Instituto Cubano de Amizade com os Povos;
  • Amistur Cuba S.A.;
  • Comitês para a Defesa da Revolução;
  • Minera La Victoria S.A.

Consequências das Sanções

Com a implementação dessas sanções, todos os bens das pessoas mencionadas que estejam nos Estados Unidos ou sob controle de cidadãos americanos estão bloqueados. Além disso, transações e negociações realizadas por cidadãos dos EUA com os sancionados estão proibidas.

Reações do Governo dos EUA

O presidente Donald Trump declarou que a ação é parte de uma estratégia para aumentar a pressão sobre o governo cubano, afirmando que, após o fim da guerra contra o Irã, os EUA se concentrarão em Cuba. O secretário de Estado, Marco Rubio, também comentou que Cuba é um centro de terrorismo de extrema esquerda e que o governo americano não tolerará regimes que ameacem a segurança nacional.

Contexto das Sanções

Essas sanções fazem parte de uma série de medidas que os Estados Unidos têm adotado para pressionar Cuba, incluindo a interrupção do fluxo de petróleo da Venezuela e do México para a ilha. Em maio de 2026, os EUA já haviam sancionado três ministros cubanos e oito líderes militares, além de outras instituições do governo cubano.

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Embora Trump tenha mencionado a possibilidade de um acordo diplomático com Cuba, ele reafirmou que o país deve realizar mudanças significativas, como a abertura da economia estatal e a realização de eleições livres, o que Cuba rejeita, defendendo seu modelo socialista.

Fonte por: Poder 360

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