AtlasIntel menciona Michelle e Wagner em pesquisa após veto do TSE

Pesquisa Eleitoral Envolve Vídeo de Michelle Bolsonaro
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi tema de um vídeo que questiona o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) e as investigações da Polícia Federal que o envolvem. A pesquisa, realizada pelo Instituto AtlasIntel, foi registrada em 25 de junho de 2026 e também menciona o ex-líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).
Atualmente, a pesquisa está bloqueada por uma decisão do ministro Kassio Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral, devido à inclusão do vídeo no questionário online. O caso surgiu após a divulgação de áudios em que Flávio Bolsonaro solicita recursos a Daniel Vorcaro para a produção do filme “Dark Horse”, que retrata o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Controvérsia sobre Metodologia da Pesquisa
O relator da pesquisa destacou que a metodologia utilizada pode ter influenciado a percepção dos eleitores, associando Flávio Bolsonaro a Vorcaro. O caso foi levado ao plenário do TSE, mas a sessão foi interrompida após um pedido de vista da ministra Estela Aranha.
A nova pesquisa, registrada sob o número BR-04582/2026, questiona os entrevistados sobre se assistiram ao vídeo de Michelle Bolsonaro, que aborda divergências políticas e pessoais com Flávio. A íntegra do questionário está disponível no sistema do TSE.
Interação com o Vídeo e Respostas dos Entrevistados
Não está claro se o formulário digital apresenta o vídeo para os entrevistados. O Poder360 tentou contato com os advogados do AtlasIntel, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.
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A pesquisa também menciona a 9ª fase da operação Compliance Zero, que investiga Jaques Wagner, aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além disso, o questionário questiona sobre a percepção dos entrevistados em relação a fraudes financeiras e a influência do governo dos Estados Unidos nas eleições de 2026.
Metodologia da AtlasIntel
A AtlasIntel realiza suas pesquisas exclusivamente online, recrutando participantes através de anúncios em diversos sites e blogs. Ao clicar nos anúncios, os usuários são direcionados para formulários que abordam o cenário eleitoral e opiniões políticas.
O formato digital permite que os entrevistados naveguem livremente, podendo retornar e alterar respostas a qualquer momento, o que levanta questões sobre a consistência das informações coletadas.
Fonte por: Poder 360
Autor(a):
Redação
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