Fux rejeita ativismo no STF, mas admite que Corte pode ser “invasiva”

Ministro defende que Judiciário deve ser provocado e que assuntos retornem ao Congresso Nacional. Confira no Poder360.

06/06/2026 16:40

2 min

Fux rejeita ativismo no STF, mas admite que Corte pode ser “invasiva”
(Imagem de reprodução da internet).

Ministro Luiz Fux aborda ativismo judicial no STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, negou, em 4 de junho de 2026, a existência de “ativismo judicial” na Corte. No entanto, ele reconheceu que o Tribunal pode ser “invasivo” ao decidir sobre determinados temas, especialmente quando há uma forte vontade de solucionar questões pendentes.

Declarações de Fux no Simpósio de Direito Constitucional

Durante a abertura do 16º Simpósio de Direito Constitucional, realizado no Teatro Guaíra, em Curitiba (PR), Fux afirmou que o Judiciário é acionado apenas quando provocado, mas que, em sua busca por soluções, o STF pode acabar sendo invasivo. Ele destacou a importância de devolver ao Congresso as questões que são de sua competência.

Críticas ao ativismo judicial

Fux argumentou que a crítica ao ativismo judicial não se sustenta, pois o Judiciário atua somente quando solicitado. Ele enfatizou que a Corte deveria se abster de decidir sobre assuntos que pertencem ao Legislativo, reforçando a separação de poderes.

Participação no Simpósio

Além de suas declarações sobre ativismo judicial, Fux também tomou posse na Academia Brasileira de Direito Constitucional e participou do primeiro painel do evento, que abordou o tema “Jurisdição Constitucional e Separação de Poderes”. O simpósio, que ocorreu de 4 a 6 de junho, contou com a presença de magistrados, membros do Ministério Público, advogados, professores, pesquisadores e estudantes de várias partes do Brasil.

Conclusão sobre o papel do Judiciário

As declarações de Luiz Fux no simpósio ressaltam a complexidade do papel do Judiciário no Brasil e a necessidade de um equilíbrio entre os poderes. A discussão sobre ativismo judicial e a atuação do STF continua a ser um tema relevante no cenário jurídico nacional.

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Fonte por: Poder 360

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